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Gal Costa - Chill: Brazil 3 - Teco teco
Chill: Brazil 3
Disc 1
01. Só tinha de ser com você
02. Zingaro (Retrato em preto e branco)
03. Slow Motion Bossa Nova
04. Lá vem a baiana
05. Cara valente
06. Voce já foi à Bahia?
07. Circo marimbondo
08. Princesa
09. Teco teco
10. Cada macaco no seu galho
11. Preciso
12. Amor meu grande amor
13. De repente Califórnia
14. A novidade
15. Preciso dizer que te amo
16. Não me deixe só
17. Refazenda
18. Rio de Janeiro
Disc 2
01. Sampa
02. Caminhos cruzados
03. Só vendo que beleza
04. A Rita
05. Canto de Ossanha
06. Tudo de bom
07. Mais feliz
08. Só deixo meu coração na mão de quem pode
09. Vestido vermelho
10. Socorro
11. Busca a vida
12. Se eu não te amasse tanto assim
13. Devolva-me
14. Sozinha
15. Estácio Holly Estácio
16. Navilouca
17. Segredos
18. Go Back
Teco, teco, teco, teco, teco
Na bola de gude era o meu viver
Quando criança no meio da garotada
Com a sacola do lado, só jogava pra valer

Não fazia roupa de bonecas e tampouco convivia
Com as garotas do meu bairro que era natural
Vivia em postes, soltava papagaio
Até meus quatorze anos era esse meu mal

Teco, teco, teco, teco, teco
Na bola de gude era o meu viver
Quando criança no meio da garotada
Com a sacola do lado, só jogava pra valer

Não fazia roupa de bonecas e tampouco convivia
Com as garotas do meu bairro que era natural
Vivia em postes, soltava papagaio
Até meus quatorze anos era esse meu mal

Com a mania de garota folgazã
Em toda parte que passava, encontrava um fã
Quando havia festa na capela do lugar
Era a primeira a ser chamada para ir cantar

Assim vivendo, eu vi meu nome ser falado
Em todo canto, em todo lado
Até por quem nunca me viu
E hoje a minha grande alegria
É cantar com cortesia para o povo do Brasil

Teco, teco, teco, teco, teco
Na bola de gude era o meu viver
Quando criança no meio da garotada
Com a sacola do lado, só jogava pra valer

Não fazia roupa de bonecas e tampouco convivia
Com as garotas do meu bairro que era natural
Vivia em postes, soltava papagaio
Até meus quatorze anos era esse meu mal

Teco, teco, teco, teco, teco
Na bola de gude era o meu viver
Quando criança no meio da garotada
Com a sacola do lado, só jogava pra valer

Não fazia roupa de bonecas e tampouco convivia
Com as garotas do meu bairro que era natural
Vivia em postes, soltava papagaio
Até meus quatorze anos era esse meu mal

Com a mania de garota folgazã
Em toda parte que passava, encontrava um fã
Quando havia festa na capela do lugar
Era a primeira a ser chamada para ir cantar

Assim vivendo, eu vi meu nome ser falado
Em todo canto, em todo lado
Até por quem nunca me viu
E hoje a minha grande alegria
É cantar com cortesia para o povo do Brasil